|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
SÉRIE C - A desclassificação prematura do Salgueiro E o Salgueiro? Saiu mais cedo do que todos esperavam da Série C, após a derrota para o CRB, em Maceió. Faltou pouco para o time de Neco. A falha foi empatar com o Icasa/CE, "em casa" - sem o trocadilho infame (rsss) - numa partida que ganhava até quase o final. Na minha visão, a semente foi plantada e todos na cidade sertaneja têm de apoiar a equipe. Restou o consolo de permanecer na mesma competição no próximo ano, coisa que seria um sonho, por exemplo, nas atuais circunstâncias do Santa Cruz. Então, diante dos fatos, nada mal... PAULO RANGEL O artilheiro do Carcará foi contratado, em caráter de urgência, pelo Santa Cruz. É que Reinaldo, que chegou como o Salvador da Pátria, pouco mais ou nada fez até o momento. Que decepção, hein? O jogador, inclusive, vai estrear contra o CSA, jogando provavelmente ao lado de Marcelinho. Escrito por Leonardo Guerreiro às 16h39
[]
[envie esta mensagem]
[link]
CRUZEIRO - Adilson Batista desabafa após derrota e ataca setores da torcida Após perder, por 2x0, para o Atlético Paranaense, em pleno Mineirão, o Cruzeiro - 16º colocado, uma posição acima do rebaixamento - vê seu técnico em posição complicada no cargo. Depois da partida, na coletiva de imprensa, o treinador Adilson Batista desabafou: "A gente lamenta o resultado pela nossa situação. Agora a minha situação está com o Maluf, com o presidente. Meu objetivo nunca foi atrapalhar ninguém. Desde que eu cheguei aqui o clube queria contar com o Mano, o Luxemburgo, o Felipão, o Nelsinho Batista, enfim, com grandes profissionais. Para mim, não é menosprezo nenhum, pois a gente sabe que são grandes profissionais, que estão há muito tempo no futebol. Então eu vou conversar com o Maluf e o Zezé, com mais calma, para definir o que é melhor para o clube. Aqui foram cinco anos como atleta e um ano e oito meses como treinador. Eu conheço a história do Cruzeiro. Sei que os ídolos aqui foram Tostão e Dirceu Lopes. Agora não pago faixa, bandeira e nem passagem de ônibus para torcedor. Eu sei que essas vaias são orquestradas e sei também por quem..." Creio que o Cruzeiro padece, em grau mais acentuado, embora atualmente ocupe uma posição melhor que o Sport, da famosa "Maldição Pós-Libertadores". Será mera coincidência o que se passa com o Sport? E com o Fluminense? Esse último então ainda não se recuperou desde 2008. Escrito por Leonardo Guerreiro às 16h31
[]
[envie esta mensagem]
[link]
ATÉ QUE ENFIM! - Náutico "despacha" maré negra que já durava 13 jogos Acabou a agonia alvirrubra. Depois de 13 jogos - dois meses - sem vitória no Brasileiro da Série A, o Náutico fez as pazes com os três pontos, na noite passada, ao bater o Corinthians, por 1x0, nos Aflitos. Com o resultado, o Timbu ocupa temporariamente a 18ª posição na tabela, ainda na incômoda zona de rebaixamento. O Alvirrubro tem 15 pontos. O time paulista, que jogou desfalcado do ídolo Ronaldo e outras três importantes peças que foram negociadas para o exterior, alcançou o quarto jogo seguido sem êxito na competição. É o efeito da tradicional debandada do meio do ano. O gol alvirrubro foi marcado de pênalti, cobrado por Gilmar, que agora é um dos artilheiros da competição, com nove gols. O Náutico iniciou o jogo com uma postura agressiva e marcando bem as investidas corintianas. Anderson Santana e Michel revezavam-se na lateral esquerda, um importante ponto de escape do time. Boa sacada de Geninho para confundir Mano Menezes. Do outro lado, o bom Patrick não deixava por menos. Não demorou muito e as oportunidades começaram a surgir. A melhor delas aconteceu num lançamento de Gilmar para Juliano, que o meia tirou do goleiro Felipe, mas passou raspando a trave. Carlinhos Bala estava pronto para receber a bola e lamentou. O Corinthians respondia na medida do possível, diante da boa marcação que encontrara. Aos 30 minutos, por exemplo, o ex-alvirrubro Elias lançou Bill e este livrou-se da zaga, mas errou o chute. Glédson, com boas defesas, foi demonstrando que será muito difícil para Eduardo voltar à titularidade. Aos 42 minutos, ao receber de Michel, Gilmar acabou derrubado por William dentro da área. O camisa 11 foi para a cobrança e mandou no canto direito, após a tradicional paradinha, colocando o Náutico em vantagem com extrema justiça pelo que produzia. Àquela altura, o dono da casa já havia recuado um pouco a marcação e o Corinthians subiu ligeiramente de produção. O segundo tempo começou como terminou o primeiro, ou seja, com o Corinthians subindo de produção e apertando a defensiva local. No primeiro minuto, num chute de Jorge Henrique, Glédson fez grande defesa. Seis minutos depois, Elias arrancou pela intermediária, invadiu a área e chutou, com Glédson fazendo nova defesa, em dois tempos. O goleiro vem passando muita segurança para todo o time. A opção de Mano Menezes foi arriscar Souza, mais alto, no posto de Jorge Henrique. A intenção era aproveitar as bolas altas. Não deu certo. asubida de produção mosqueteira era o sinal de que a marcação alvirrubra já não era a mesma. Inteligente, Geninho tratou de substituir, acionando Aílton e Douglas Maia, respectivamente, nos postos de Bala e Juliano. O Náutico conseguiu segurar mais um pouco o Timão, pois ganhou fôlego para os contragolpes e ainda reforçou a pegada no meio-de-campo. Márcio Barros também entrou para tentar segurar o Corinthians mais atrás. Mesmo sem Alessandro, machucado (e sem substituto, pois Mano já havia queimado as três opções), o Corinthians pressionou. O Náutico, no entanto, mostrou competência para segurar o placar. FICHA NÁUTICO: Glédson; Patrick, Cláudio Luiz, Asprilla e Michel; Anderson Santana, Derley, Nílson e Juliano (Douglas Maia); Gilmar (Márcio Barros) e Carlinhos Bala (Aílton). Técnico: Geninho. CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, Chicão, William e Bruno; Jucilei, Edu (Boquita) e Elias; Jorge Henrique (Souza) (Marcelinho), Bill e Dentinho. Técnico: Mano Menezes. Escrito por Leonardo Guerreiro às 16h12
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Pobre Santinha...agoniza e a torcida nota mil é quem sofre E a agonia da torcida do Santinha? Não para, não é mesmo? Chamo o clube de "Santinha", - convém deixar claro - não por uma preferência pessoal. É apenas carinho por um clube que cobri por mais de dois anos como setorista e onde fiz bons amigos, alguns dos quais, inclusive, ainda estão por lá. Fui ao jogo contra o Sergipe, no Arruda, e deixei o estádio incrédulo no que havia presenciado. O Tricolor dominou, criou inúmeras chances, mas a finalização é nota zero. E, para complicar, o então técnico Sérgio China ainda "colaborou", tirando de campo o jogador que chamava para si toda a responsabilidade do jogo: Juninho. É por essas e por outras que China - que deixou o cargo, segundo ele, em comum acordo com a direção - deve dar um tempo e refletir sobre a carreira que resolveu abraçar. É o momento de rever vários conceitos. O Sergipe é organizadinho. Nada mais que isso. Mas chegou duas ou três vezes com perigo e converteu dois gols, o segundo de modo incrível (de Juninho, ex-Porto e Santa), vencendo a partida por 2x1. Os sergipanos, caso se classifiquem, deverão o feito ao próprio Santa Cruz, que o reabilitou na competição. Foram simplesmente seis pontos. Contra o Central, já sob o comando de Márcio Bittencourt - "Como é?", perguntariam - o filme se repetiu. O Santa dominou, dominou no Luiz Lacerda, mas a Patativa foi lá e beliscou, com Vágner Rosa, de cabeça. Só achei que o goleiro Gustavo deu mole naquela bola. Ao menos, foi lento... Incrível. Coisas do futebol. Agora é esperar por um milagre. Refiro-me à combinação de resultados por demais conhecida. Ridícula mesmo foi a coletiva de Fernando Bezerra Coelho. Foi na FPF dizer o quê? Coisa de político que não entende patavinas de futebol, mas também quer tirar sua lasquinha. Afinal, 2010 vem por aí... Escrito por Leonardo Guerreiro às 04h02
[]
[envie esta mensagem]
[link]
DESPENCANDO - Os últimos jogos do Rubro-Negro Contra o Cruzeiro, no Mineirão, em Belo Horizonte, o Sport não merecia perder. A equipe criou uma série de oportunidades de gol, mas não foi competente o suficiente para colocar a bola no fundo das redes adversárias. Uma bola para o indisciplinado Kléber, no finalzinho do jogo, e estava decidida a parada: 1x0. Isso comprova uma antiga tese existente na Ilha do Retiro e defendida por boa parte da imprensa: há tempos o Leão carece de um matador, um jogador dotado do poder de definir jogadas. Em resumo, achei que o Sport poderia ter saído com, pelo menos, um empate. Já diante do Palmeiras, na Ilha do Retiro, o Sport voltou a irritar sua torcida com outra má apresentação. E a situação só piorou com a expulsão irresponsável do volante Hamilton. Isso desequilibrou a partida em favor do time comandado por Muricy Ramalho. Para piorar, o meia improvisado Fabiano - na verdade, é segundo volante - perdeu dois gols feitos. Com a torcida novamente nervosa e, como era de se esperar, pressionando o próprio time, ficou difícil. O triste foi ver o desespero do lateral Bruno Telles, que no afã de cortar um cruzamento, acabou marcando um gol contra, o gol da vitória palmeirense. Agora são seis partidas sem saber o que é vencer. Contra o Fluminense, nesta quinta-feira, será o chamado jogo de "seis pontos". Escrito por Leonardo Guerreiro às 03h40
[]
[envie esta mensagem]
[link]
SPORT - Diretoria aposta na educação de Chamusca para melhorar ambiente Se a intenção era melhorar a questão do relacionamento, tão desgastado com a rápida passagem de Emerson Leão, a escolha não poderia ser melhor. Péricles Chamusca, demitido do Oita Trinita (Japão), é uma exceção no futebol: um gentleman (cavalheiro). Além de inteligente e preparado, trata todo mundo muito bem. É conhecido de todos por aqui, visto que já treinou o Porto e o Santa Cruz. Foi vice-campeão da Copa do Brasil, numa polêmica final entre Brasiliense e Corinthians e, pouco depois, ganhou o título desta competição dirigindo o Santo André (SP). O que preocupa é o longo tempo afastado do Brasil, apesar das facilidades da internet e dos canais de TV brasileiros que geram programação para o exterior. Escrito por Leonardo Guerreiro às 12h32
[]
[envie esta mensagem]
[link]
ILHA - A tumultuada saída de Emerson Leão Acompanhei também a falta de postura profissional de Emerson Leão na coletiva que levou à saída do treinador da Ilha do Retiro. O cara, grosso como sempre, estava até correto. Mas agiu de forma errada ao tentar desqualificar o dirigente do clube, que, em última instância, é quem paga o seu salário. E tudo por causa da contratação de Marcelo Ramos, que ele pode não gostar, mas é diferenciado sim, e muito. Eu diria que no Sport não há um jogador sequer como ele, mesmo em final de carreira. Foi muita prepotência misturada com a arrogância costumeira daquele técnico em final de carreira. Não sou eu quem diz. Ele próprio anunciou a aposentadoria. Trazer Leão, mesmo para pagar uma antiga e grande dívida trabalhista, foi um erro, um equívoco grave. Pagar dívida é uma obrigação de todo e qualquer gestor responsável. Não podia era vincular isso à parte técnica da equipe e às necessidades da equipe no Brasileirão. Escrito por Leonardo Guerreiro às 03h16
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Náutico foi bem no clássico centenário Durante o meu "sabático" fui ao clássico centenário, entre Sport e Náutico. Achei que o Náutico surpreendeu pela postura demonstrada no 3x3 da Ilha do Retiro. O Timbu marcou bem e soube explorar os contragolpes. Para mim, o Náutico merecia até melhor sorte na partida. Mas acontece que o Sport utilizou a sua jogada forte, que é a bola alçada na área para as cabeçadas. Assim empatou, assim virou. Aliás, talvez tenha sido a única falha alvirrubra naquele jogo. A proteção por cima deixou (e vem deixando) a desejar. Não há partida que os alvirrubros não sofram gols daquela forma. Parece-me, entretanto, que dificilmente o goleiro Glédson deixará a posição. Ele não teve culpa direta nos gols que sofreu. E outra: transmite mais segurança que o ex-titular Eduardo. Um dos problemas do Náutico é a falta de controle. Falo do emocional. Na partida seguinte, contra o Santos, quando o time tinha tudo para confirmar a retomada das vitórias, nova derrota, dentro dos Aflitos. Ou seja, assim fica difícil achar que o Alvirrubro encontrará forças para impedir o rebaixamento. Aliás, o mesmo serveria para o Sport, por que não? Escrito por Leonardo Guerreiro às 02h57
[]
[envie esta mensagem]
[link]
Saí de férias, voltei e nada mudou Curiosa mesmo a situação atual do futebol pernambucano, nas séries A e D. Tirei, por minha conta, férias de 15 dias aqui deste blog. E quando retorno, o quadro é o mesmo ou ainda pior. Náutico e Sport estão dando uma verdadeira aula de incompetência no Brasileirão. E o Santa Cruz, que muitos diziam que se classificaria com relativa facilidade, perdeu de todo mundo no seu grupo, que tem Sergipe, Central e CSA. A torcida tricolor não merece isso. Dá tristeza ver as lágrimas nas faces dos torcedores corais. Um torcedor, provavelmente o último a deixar a arquibancada do Luiz Lacerda, parecia não acreditar no que presenciara. Chorava copiosamente. De tão abalado, foi auxiliado por policiais militares. Em dois jogos no Arruda, simplesmente 85 mil pessoas compareceram: trata-se, certamente, de uma paixão não correspondida. A torcida é apaixonada, mas o time não corresponde. Pior ainda. Chega na hora H e falha. Escrito por Leonardo Guerreiro às 02h41
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||