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ELIMINATÓRIAS - Seleção joga para o gasto, mas vence Paraguai e lidera Quanto ao jogo em si, confesso que esperava mais do time brasileiro. Creio que todos esperavam. Todo mundo quer um show do Brasil, o que nem sempre é possível. Notei uma concentração injustificada de jogadas pelo meio e pela direita, com o excelente Daniel Alves. Poquíssimas jogadas pela esquerda, com o fraco Kléber. Inadmissível também foram os inúmeros erros infantis nos arremates. Imagina-se que um atleta da Seleção Brasileira, pentacampeã mundial, no mínimo saiba chutar a gol, o que é, obviamente, um fundamento deste esporte. Não foi o que se viu, no entanto, com raríssimas exceções. Valeu pela festa da torcida - quase 57 mil foram ao Mundão do Arruda - e pelo resultado, que, a propósito, levou a Seleção Brasileira à liderança isolada das Eliminatórias, com 27 pontos. Do seu lado, o Paraguai, do gordinho Cabañas e cia, tentava armar algumas jogadas e dificultar as coisas. E bem que conseguiram, sobretudo, nos contragolpes. Como a marcação no meio era falha, o time guarani chegou a assustar a meta de Júlio César. Aos 25 minutos, o próprio Cabañas sofreu falta de Juan. Ele próprio cobrou e a bola desviou nos pés de Elano para trair Júlio César: 1x0. O gol deixou o Brasil intranquilo em campo, tentando acertar de qualquer forma, sem envolver o adversário pelos flancos. Na única bola em que tentou fazer isso, obteve sucesso. O bom Daniel Alves, que vai ganhando a posição de Maicon, cruzou na área e Robinho emendou, de primeira, fora do alcance do goleiro Villar. Com a mesma equipe no início da fase final, o Brasil voltou procurando a vitória. Felipe Melo lançou Nilmar na área, que ainda tentou uma tabela com Robinho, impedido. Ciente de sua condição, Robinho não participou da jogada e a bola terminou batendo em Cáceres antes de morrer no fundo das redes: 2x1. A Seleção, a partir daí, tentou ampliar, mas de forma atabalhoada, sem a precisão de outras partidas. Mesmo assim, criou umas duas ou três chances. Numa delas, Robinho, lançado por Kaká, mandou sobre o gol de Villar. Aos 42, Daniel cobrou uma falta no ângulo, defendida por Villar. E ficou nisso. No final, os jogadores agradeceram pela boa acolhida dos recifenses, o que surbiu nas Eliminatórias para o Mundial de 1994, quando goleamos os bolivianos, por 6x0, com a equipe chegando a Pernambuco sob fortes críticas. FICHA BRASIL: Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Juan e Kléber; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Ramires) e Kaká; Robinho (Kléberson) e Nilmar (Pato). Técnico: Dunga. PARAGUAI: Justo Villar, Darío Verón, Paulo Da Silva, Julio César Cáceres e Denis Cañiza; Bone (Benítez), Víctor Cáceres, Cristian Riveros e Ledesma (Aquino); Martinez (López) e Salvador Cabañas. Técnico: Gerardo Martino. Local: Arruda, no Recife. Árbitro: Oscar Ruiz (Colômbia). Assistentes: Abraham González (Colômbia) e Wilson Berrío (Colômbia). Gols: Cabañas, aos 25; Robinho, aos 40 do primeiro tempo. Nilmar, aos cinco do segundo tempo. Cartões amarelos: Ramires, Lúcio, Felipe Melo e Cáceres. Público: 56.782. Renda: R$ 4.322.555.
Escrito por Leonardo Guerreiro às 00h51
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ARRUDA - Organização passa no teste das Eliminatórias A festa pela passagem oficial da Seleção no Recife foi maravilhosa, com direito à vitória sobre o Paraguai, por 2x1, de virada. Tudo saiu a contento. Eu diria que para este jogo, tudo correu bem. Agora, quando se trata da Copa do Mundo de 2014 temos o dever de deixar claro que a organização é outra, totalmente diferente, bem melhor. Temos de começar a nos preocupar com isso urgentemente. Não falo apenas de obras de engenharia, refiro-me a uma pequena revolução cultural. Não vi confusões, quero dizer, do tipo em que a polícia é chamada a intervir. Só isso já foi muito bom, diga-se de passagem. Há detalhes, no entanto, que não poderiam ter passado em branco. O primeiro deles que eu apontaria foi a fraca sinalização das entradas e acessos, inexistente. Nada estava visível, nem fora nem dentro do estádio, bem como os agentes facilitadores - para informar, sobretudo aos visitantes -, que também não foram encontrados. Lembro-me que se falou nisso em uma das reuniões preparatórias. Outra queixa relaciona-se aos banheiros do Arruda, muito ruins. Teve até colega jornalista que precisou usar o local e não havia papel disponível, nem sabonete, nem toalha de papel. Colocar a mídia impressa (jornais) do lado oposto às cabines foi outra "bola fora". Não foi culpa da FPF, que havia acertado uma divisão diferente. Reunir os jornalistas, todos do mesmo lado, é até uma tradição recifense. Teve quem reclamasse, aliás, com razão, visto que teve que se deslocar por fora do estádio.
Escrito por Leonardo Guerreiro às 00h13
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Os supostos motivos da repentina saída de Waldemar O técnico alvirrubro saiu e sequer avisou à diretoria do clube que estava negociando com o Atlético (PR). Das duas uma: ou isso foi de um mau-caratismo extremo da parte dele ou existia alguma situação interna, inexplicada, que o técnico não revelou e ficou na espera de dar o troco, o que também é eticamente questionável. Sinceramente, acho que o Náutico ganhou com a saída de Waldemar Lemos. Trata-se de um técnico que não mostrou nenhuma coerência, nem em termos da escalação da equipe, nem muito menos nas mudanças. Em algumas exceções ele foi até feliz nas alterações, ou seja, o time conseguiu reverter resultados negativos. A pergunta geral era sempre: por que não entrava com a escalação correta desde o início? Outro ponto era relativo às entrevistas. Lemos parecia que via um jogo diferente do que a imprensa local testemunhava e reportava. Muitas vezes ele elogiava o comportamento do time em campo, quando todos viam justamente o contrário. É o tipo da postura que todos percebem, não dá para enganar. A impressão que fica era a de que o técnico queria mesmo era se preservar no cargo, custasse o que custasse, não importando sequer a possibilidade de ludibriar a opinião pública. Em outras palavras, enganando. Veio Márcio Bittencourt, um treinador em início de carreira, mas com relativa experiência. Todos nós o conhecemos, já que esteve no Santa há pouco tempo. Do ponto de vista financeiro, uma ótima opção. Pelo lado técnico, pelo menos, ele faz o "feijão com arroz", o "simples", o que, convenhamos, Waldemar não era muito chegado. Ou seja, era o treinador mais a mão no momento. Uniu-se o útil ao agradável. Escrito por Leonardo Guerreiro às 17h23
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NÁUTICO - Waldemar sai, de repente, e Márcio Bittencourt o substitui Waldemar Lemos, repentinamente, trocou o Náutico pelo Atlético do Paraná. Para muitos, inclusive este que vos escreve, já vai tarde. A diretoria alvirrubra agiu rápido e já contratou Márcio Bittencourt, ex-Santa Cruz. Maiores comentários sobre este assunto na sequência. Escrito por Leonardo Guerreiro às 19h54
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ARRUDA - Palco está pronto para receber a Seleção Pato ou Nilmar? Agora é com o técnico Dunga. Tudo que poderia ter sido feito pelos órgãos do governo no sentido de deixar o palco - o Estádio José do Rego Maciel - pronto foi feito. O gramado, reformado antes do Pernambucano 2009, está tão bom que tem sido alvo de elogios de toda a mídia. Na última quarta-feira presenciei uma grande reunião no Quartel do Derby. Estavam presentes, além da anfitriã, a PMPE, o Ministério Público Estadual, prefeitura (Emlurb) e CTTU e o consórcio metropolitano de transporte Grande Recife. Todos puderam explanar os seus respectivos esquemas. O Corpo de Bombeiros fez uma reunião à parte. A Polícia Militar, por exemplo, dará um show em matéria de segurança. Desde as escoltas para as duas equipes, até barreiras de segurança nas ruas próximas, com detectores de metais e varredura no próprio Arrudão. Ao todo, participarão do esquema de segurança 1,6 mil homens, sendo 300 do BP Choque, a unidade responsável pela área interna do estádio. Além disso, a Regimento de Cavalaria estará presente nas ruas próximas, com 70 conjuntos. CIPMotos, conhecida como Rocam, terá quinze homens fazendo o policiamento ostensivo nas ruas dentro do perímetro de interdição. As viaturas irão se encarregar das ruas fora do perímetro da interdição. Agora é só o torcedor pernambucano dar aquele incentivo já conhecido desde 1993, quando a então criticada Seleção comandada por Parreira, recebeu tão calorosa recepção no Recife. Escrito por Leonardo Guerreiro às 19h50
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ILHA - Sport finalmente "estréia" no Brasileiro, com virada em cima do Fla O Sport finalmente "estreou" no Brasileiro. E juro: temi pela sorte rubro-negra pernambucana, pois o Leão sofreu dois gols em nove minutos de partida. Mas o outro lado da moeda também valeu: o time da Ilha virou para 4x2 em tempo recorde, oito minutos. Não me lembro de ter visto algo parecido antes no futebol. Tudo isso ocorreu no dia em que Emerson Leão reestreou no comando técnico, mesmo sem poder ficar à beira do gramado, por conta de uma punição disciplinar. E se tinha gente querendo mostrar serviço ao novo comandante, conseguiu. Principalmente Wéldon, autor de três gols rubro-negros. Logo ele que chegou a figurar até em possíveis listas de dispensa. Durval também marcou, de cabeça. O Flamengo abriu a contagem com cinco minutos. Emerson recebeu de Juan e concluiu por cobertura. Quatro minutos depois, a mesma dupla carioca resolveu aparecer de novo. Juan passou para Emerson, a zaga falhou na cobertura e ele ampliou para 2x0. Igor saiu e entrou Juliano, estreando. Aos 26, Fumagalli cobrou falta, Bruno saiu mal e Durval completou, de cabeça, para o gol, diminuindo para 2x1. Aí começou o show particular de Wéldon. Dutra cruzou, Ronaldo Angelim falhou e o atacante finalizou com categoria, empatando a partida em 2x2. Aos 30, Fumagalli cobrou nova falta, Juliano desviou e Wéldon completou, de cabeça, virando para 3x2. Aos 34, o mais bonito do atacante: Ciro deu um passe de balãozinho por sobre um adversário e Wéldon pegou de primeira para fazer 4x2. O Sport diminuiu o ritmo no segundo tempo e o Flamengo pressionou. o Sport passou a explorar os contragolpes. Um dos lances mais bonitos aconteceu aos 33 minutos. Sandro goiano percebeu o goleiro Bruno adiantado e mandou do seu campo. Mas ele conseguiu se recuperar, espalmando para fora. Luciano Henrique ainda acertou a trave antes do final. FICHA SPORT: Magrão; Moacir, César, Durval e Dutra; Igor (Juliano), Sandro Goiano, Fumagalli (Dudé) e Luciano Henrique; Ciro e Weldon (Guto). Técnico: Emerson Leão FLAMENGO: Bruno; Léo Moura, Aírton, Ronaldo Angelim e Juan; Wellington, Toró (Everton), Íbson e Willians (Zé Roberto); Adriano e Emerson (Josiel). Técnico: Cuca. Escrito por Leonardo Guerreiro às 02h48
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FURACÃO - Foi o técnico que pediu para sair No post anterior eu disse que Geninho havia sido demitido do Atlético Paranaense. Na verdade foi ele mesmo quem entregou o cargo. A situação do clube na Série A é mais que suficiente para explicar tudo. Escrito por Leonardo Guerreiro às 02h06
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CURITIBA - Geninho é demitido após goleada Além da goleada sofrida para o Atlético Mineiro, por 4x0, dentro de casa, o Atlético Paranaense ainda ficou sem técnico. O ex-técnico do Sport, Geninho, acabou demitido após a partida. Também pudera. O time não consegue se acertar neste Brasileirão. Se fosse um pouco antes, certamente Geninho teria o seu nome lembrado para substituir Nelsinho Batista na Ilha do Retiro. Escrito por Leonardo Guerreiro às 03h59
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MONTEVIDÉU - Brasil quebra tabu com certa facilidade A Seleção Brasileira, que enfrenta o Paraguai pelas Eliminatórias aqui no Recife, nesta quarta-feira, quebrou uma invencibilidade uruguaia, contra nós mesmos, de 33 anos, no Estádio Centenário, em Montevidéu. E isso veio com uma goleada, por 4x0. Daniel Alves, Juan, Luís Fabiano e Kaká marcaram os gols da vitória brasileira. O placar dá a entender que o time comandado por Dunga jogou um grande futebol, mas isso não é inteiramente verdadeiro. O placar foi facilitado pela fragilidade do time uruguaio e pelas falhas do goleiro Vieira. Kaká não fez o trabalho de ligação como normalmente executa. Esteve mal. A defesa cumpriu sua obrigação, inclusive, com algumas ótimas defesas do goleiro Júlio César. Luís Fabiano foi expulso injustamente e desfalca o time contra o Paraguai de Cabañas e Roque Santa Cruz, no Arrudão. Com a derrota do Paraguai para o Chile, por 2x0, em Assunção, o Brasil assumiu a liderança da competição.
Escrito por Leonardo Guerreiro às 03h51
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Náutico perde invencibilidade contra seu velho algoz: o Grêmio O Náutico perdeu a sua invencibilidade no Campeonato Brasileiro na partida da última quinta-feira, contra o Grêmio, seu velho e tradicional algoz. Dessa vez, um incontestável 3x0 para o Tricolor Gaúcho, no Estádio Olímpico. O Alvirrubro reclama que sofreu um gol em condição de impedimento, o primeiro dos gaúchos, marcado por Souza, aos 36 minutos do primeiro tempo. Realmente, a reclamação procede. Não foi por isso, no entanto, que o Timbu foi goleado. O treinador Waldemar Lemos voltou a complicar o próprio time. O time pernambucano iniciou a partida criando duas ótimas chances, com o estreante Aílton e Gilmar, mas desperdiçou, com a primeira tendo sido defendida por Marcelo Grohe. Chances criadas fora de casa precisam ser convertidas. Caso contrário, a equipe acaba pagando caro. Foi o que aconteceu. Aos 36 minutos, Alex Mineiro lançou Souza, impedido, ele dominou, e chutou fora do alcance de Eduardo. Aos dois minutos da fase final, com Anderson Lessa no time, o Náutico criava, com este mesmo jogador, a sua chance mais clara. Lessa cruzou para Carlinhos Bala, que chegou fora do tempo da bola, e acabou colocando para fora, de cara para Marcelo Grohe. Aos 22, Joílson cruzou do lado esquerdo defensivo do Náutico e o argentino Maxi López cabeceou em diagonal, com a bola batendo na trave e entrando na meta defendida por Eduardo. Àquela altura, o setor esquerdo do Náutico já estava sendo coberto, de forma improvisada, pelo volante Eduardo Eré. Aos 35 minutos, Gladstone quis tocar uma bola com efeito na frente dos atacantes, o Grêmio "roubou" a posse da bola e Alex Mineiro serviu Souza, que fez o seu segundo gol na partida e fechou o marcador em 3x0. Waldemar Lemos, que vinha se destacando pelas boas substituições feitas nos intervalos, quando colocava em campo a escalação correta, desta vez mexeu mal na equipe, tornado-a vulnerável. FICHA Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre. Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (Aspirante Fifa-RJ). Assistentes: Wagner de Almeida Santos (RJ) e Cláudio José de Oliveira Soares (RJ). Gols: Souza, aos 37 minutos do 1º tempo e aos 36 minutos do 2º tempo, e Máxi Lopez, aos 22 min do 2º T. Cartões amarelos: Rever, Anderson Santana, Tcheco, Jhonny, Galiardo, Vagner, Joílson. Expulsão: Joílson. Renda e público: não divulgados. GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo, Rafael Marques e Réver; Ruy (Joílson), Túlio, Adílson (Tcheco), Souza e Fábio Santos; Alex Mineiro (Douglas Costa) e Maxi Lopéz. Técnico: Paulo Autuori NÁUTICO: Eduardo; Gladstone, Vágner e Negretti (Júnior Carioca); Galiardo, Johnny, Eduardo Eré, Ailton (Dinda) e Anderson Santana (Lessa); Carlinhos Bala e Gilmar. Técnico: Waldemar Lemos
Escrito por Leonardo Guerreiro às 03h13
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ILHA - A demorada e polêmica contratação de Leão Não vi engenharia financeira nenhuma para trazer Emerson Leão de volta ao Recife. Para mim, o Sport cometeu sim foi uma verdadeira "loucura financeira". Entre parcelas da dívida com o seu ex-técnico e o salário para contratá-lo mais uma vez - a quarta - o clube irá desembolsar mais de R$ 200 mil por mês. Em troca, após a homologação do acordo, Leão irá retirar a ação na Justiça do Trabalho contra o clube da Praça da Bandeira, o que, aliás, redundou até na penhora de uma quadra coberta. Mas a pergunta é: "Pode um clube da nossa região, reconhecidamente pobre, pagar uma quantia desse montante para um profissional?" Para mim, está claro: não. Se fosse o caso de pagar a dívida com ele, seria muito mais prático concretizar a negociação do atacante Ciro - que está perdendo mercado dia a dia - e negociar um valor, quitando-o valor à vista. Do ponto de vista técnico, Leão sempre inicia bem o trabalho em todas as equipes nas quais trabalha. É uma característica dele. O segredo está em manter a regularidade, o que Leão não vem conseguindo fazer em nenhum dos últimos clubes nos quais esteve. Em todo caso, pouca gente notou, mas o clube vem de três seguidos treinadores que possuem nos currículos o título de campeão brasileiro. Escrito por Leonardo Guerreiro às 02h16
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CLASSIFICADOS - A final da Copa do Brasil Na fase semifinal da Copa do Brasil deu a lógica: Inter e Corinthians. São, de fato, as duas melhores equipes que irão decidir a competição. O Inter desclassificou o Coritiba, no Couto Pereira, mesmo tendo perdido para o Coxa, por 1x0. Valeu-se da primeira partida, na qual derrotou o adversário, por 3x1, no Beira-Rio. No Pacaembu, o 0x0 com o Vasco deu a vaga ao Corinthians, de Ronaldo, que, por sinal, teve uma fraca atuação. O Timão foi beneficiado pelo empate, por 1x1, no Maracanã. A CBF já sorteou a ordem das partidas. A primeira será em São Paulo e a segunda acontecerá em Porto Alegre. Escrito por Leonardo Guerreiro às 01h50
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