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Teremos arbitragem importada no Estadual Aliás, por falar nas más arbitragens, devo dizer que não vejo uma atitude dirigida para ajudar o Sport neste Pernambucano 2009. Houve erros contra todos, de tão ruim que está o nível dos nossos "apitadores". Porém, diante das últimas reclamações, o presidente da FPF Carlos Alberto Oliveira achou por bem atender aos pedidos, sobretudo do Náutico, e colocar árbitros importados nos jogos dos dois envolvidos diretamente numa possível decisão de Turno, ou seja, Sport e Náutico. Pelo jeito, valeu a pena toda a gritaria. Escrito por Leonardo Guerreiro às 03h55
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PETROLINA - Sport volta a jogar mal, mas "forças ocultas" ajudam no 2x0 O Sport se recuperou do empate com o Ypiranga, por 1x1, em plena Ilha do Retiro, ao vencer o Petrolina, por 2x0, no Estádio Paulo Coelho (Associação Rural). A questão principal, no entanto, é que o Leão voltou a jogar muito mal e, não fosse o oportunismo de Wilson, poderia até mesmo ter perdido a partida. O árbitro Sebastião Rufino Filho também "contribuiu" para o triunfo rubro-negro no último sábado, já que expulsou o melhor jogador do adversário, Neto Maranhão, numa falta em que foi muito rigoroso na punição. Isso para não falar no segundo gol rubro-negro, em que o atacante Vandinho teria cometido uma falta antes de servir Wilson, que deu sequência ao lance. No primeiro tempo, os dois times criaram poucas chances. Na fase final, Neto Maranhão, aos 11 minutos, acertou a trave da meta defendida por Magrão. Na mesma etapa, saiu também Ciro para a entrada de Vandinho. Aos vinte minutos, Vandinho lançou Wilson, que chegou antes de Baltazar e desviou para o gol, fazendo 1x0. Mal fez o gol e o Leão teve Elias, zagueiro, expulso. Aos 36, novamente Vandinho achou Wilson e fez o passe, com o atacante fazendo 2x0. Os atletas do Petrolina reclamaram muito de uma suposta cotovelada de Vandinho, mas o gol foi confirmado. FICHA PETROLINA: Ari; Daniel, Baltazar, Rafael e Joseílson (Édson); Ronaldo, Vando, Neto Maranhão e Jádson; Alex Imbiribeira (Alex Santa Maria) e Luís Paulo. Técnico: Luciano Ribeiro. SPORT: Magrão; Moacir, Elias, César e Bruno Teles; Hamilton, Daniel Paulista, Sandro Goiano (Luciano Henrique) e Fumagalli (Jonas); Ciro (Vandinho) e Wílson. Técnico: Nelsinho Batista. Local: Estádio Paulo de Souza Coelho, em Petrolina. Árbitro: Sebastião Rufino Filho. Assistentes: Pedro Wanderley e Elan Vieira. Cartões amarelos: Baltazar (P), Neto Maranhão (P), Elias (S) e Luciano Henrique (S). Expulsões: Neto Maranhão (P) e Elias (S). Gols: Wílson, do Sport, aos 20 e 36 do segundo tempo. Renda: não-divulgada. Público: 4.420 (total). Escrito por Leonardo Guerreiro às 03h14
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Náutico sofre três gols do Sete, mas vence e encosta no Sport Na última quinta-feira, eu disse no Programa Bola no Ar, da Rádio Universitária AM, que o principal objetivo do Náutico contra o Sete de Setembro, nos Aflitos, seria provar para a torcida alvirrubra que tinha um time confiável. Pois bem, o Timbu, apesar de ter vencido o jogo, por 4x3, não o fez. E por quê? Pela segunda vez seguida, o Alvirrubro levou três gols em uma só partida. Querem outra? Vencia por 3x1 e deixou o modesto Sete empatar, deixando a todos muito tensos. Não fosse o alívio no final, por contra do gol salvador de Adriano Magrão, o Náutico teria visto a disputa do Segundo Turno ir por água abaixo e - o que é pior - logo no momento em que o líder da competição tropeçou, fornecendo-lhe uma chance. Em resumo, o Náutico sofreu para ganhar do Sete de Setembro dentro de casa, o que não se admite num time que pretende ser campeão estadual. Gilmar foi derrubado na área, aos 22 minutos, e o pênalti foi marcado. Ele mesmo cobrou e aumentou a sua artilharia (11), fazendo 1x0. Quatro minutos depois, aproveitando uma falha, Nêgo Pai empatou. Depois foi a vez de Johnny, que acertou uma bomba que Mondragon está procurando até agora. Aos 38, o lateral Carlinhos cobrou uma falta e a bola bateu nas duas traves antes de entrar: 3x1. No segundo tempo começou a reação setembrina. O Náutico bem que tentou manter o ritmo, com o chileno estreante Daniel González. Não conseguiu. Aos 23, Paulinho CT cruzou e Marcelo Paraíba conferiu o segundo tento do visitante, em jogada na qual Asprilla e Galiardo poderiam ter cortado. Sérgio China tentou se proteger, acionando Onildo. O problema foi que, após receber um passe de Williams, Renatinho acertou um chutaço de fora da área, indefensável para Eduardo: 3x3. O gol do desafogo timbu veio ao apagar das luzes. Aos 41, Kuki cruzou e Adriano Magrão cabeceou para fazer 4x3, garantindo a vitória alvirrubra. FICHA NÁUTICO: Eduardo; Carlinhos, Galiardo, Asprilla e Édson Miolo (Onildo); Nunes, Derley, Johnny e Dinda (Daniel Gonzalez); Gilmar (Kuki) e Adriano Magrão. Técnico: Sérgio China. SETE DE SETEMBRO: Mondragon, Givaldo, Oliveira e Índio (Renatinho); Paulinho, Zaqueu, Williams, Nêgo Pai e Jaílton; Marcelo Paraíba e Rodrigão (Douglas). Técnico: Lourival Silva. Local: Aflitos, no Recife. Árbitro: Neilson Santos. Assistentes: Erich Bandeira e Jossemmar Diniz. Gols: Gilmar, aos 22; Nêgo Pai, aos 26; Johnny, aos 31; Carlinhos, aos 38 do primeiro tempo. Marcelo Paraíba, aos 23; Renatinho, aos 28; Adriano Magrão, aos 41 do segundo tempo. Cartões amarelos: Asprilla, Johnny, Derlei, Nunes, Williams e Índio. Renda: R$ 14.655,00. Público: 13.275 (total).
Escrito por Leonardo Guerreiro às 04h23
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SURPRESA - Sport tropeça no Ypiranga em plena Ilha do Retiro Já o Sport atuou muito mal contra o Ypiranga, na Ilha do Retiro, e empatou, por 1x1, em um jogo que poderia, até mesmo, ter perdido. O Leão, pela segunda vez seguida, foi muito desorganizado em campo, com alguns jogadores passando a impressão de quererem resolver a partida sozinhos. Até Magrão falhou. Além disso, o próprio pênalti, cometido por Joãozinho do Ypiranga no rubro-negro Moacir, foi cavado pelo jogador, visto que o atleta do time interiorano, apesar de ter usado o braço, não utilizou de força desproporcional para derrubar o adversário. No fim das contas, mesmo com o tropeço, o Sport manteve a dianteira do Segundo Turno do Estadual. O problema é que no caso de uma simples vitória, o Náutico encosta. Ou seja, era tudo que alvirrubros e tricolores queriam. E, para piorar a situação, a equipe de Nelsinho Batista ficou desfalcada de quatro jogadores para o compromisso contra o Petrolina: Durval, Igor, Paulo Baier e Dutra. Com uma boa marcação no meio-de-campo, o Ypiranga dificultou muito a vida do Rubro-Negro, coisa que todos os intermediários tentaram fazer, sem sucesso. Fumagalli e Paulo Baier tiveram imensa dificuldade de articular as jogadas. Ainda por cima encontrou no ágil goleiro Gedai uma barreira quase intransponível. Aos 27 minutos, Evaldo bateu uma falta e o goleiro Magrão, geralmente seguro, largou nos pés de Serjão, que só teve o trabalho de mandar para dentro das redes: 1x0 Ypiranga, para surpresa geral. Após isso o Sport ainda teve pelo menos duas chances de chegar ao empate no primeiro tempo. Mas, no meu entedimento, o lance capital da partida foi a expulsão de Valnei. Não que ele não merecesse ser excluído do jogo, mas o problema foi a falta de critério do árbitro Adriano Siebra, que, minutos antes, não aplicou o vermelho em Hamilton, mesmo com este jogador tendo feito uma falta idêntica em Fágner, do Ypiranga. Para tentar a reação, o técnico Nelsinho Batista voltou com Luciano Henrique na vaga de Fumagalli e Vandinho no posto antes ocupado por Wilson. O Sport exerceu uma pressão muito grande no adversário, que, por sua vez congestinou a entrada da área, forçando a finalizações de longa distância. Por volta dos 17 minutos da fase final, num dos raros lances em profundidade do Sport, Moacir dominou e deu um corte em Joãozinho, já entrando na área. O problema foi que o defensor tentou impedi-lo de progredir, com as mãos à frente, mesmo sem força. Moacir, inteligente, apenas caiu e a penalidade foi marcada. Paulo Baier, encarregado da cobrança, converteu. Para piorar um jogo já complicado, o Sport ainda perdeu Durval, contundido, e Dutra, expulso acertadamente por jogo violento. O lateral estava chegando atrasado nas divididas. O Sport ainda tentou, sem sucesso, a virada. Aos 47 minutos, toda a Ilha gritou gol num petardo do volante Hamilton. O problema é que a bola havia sido desviada por Vandinho, em condição de impedimento. Final: 1x1. FICHA SPORT: Magrão; Moacir, Igor, Durval e Dutra; Hamilton, Daniel Paulista (Sandro Goiano), Paulo Baier e Fumagalli (Luciano Henrique); Ciro e Wílson (Vandinho). Técnico: Nelsinho Batista. YPIRANGA: Gedai, Bruno, Marcones (Maurício Lima), Valnei e Evaldo Bahia (Joãozinho); Júlio César (Jair), Fágner, Wilson Surubim e Júnior Xuxa; Serjão e Pio. Técnico: Rubens Monteiro. Local: Ilha do Retiro, no Recife. Árbitro: Adriano Siebra. Assistentes: Ubirajara Ferraz e Marcelo Neves. Gols: Serjão, aos 27 do primeiro tempo; Paulo Baier, aos 18 do segundo tempo. Cartões amarelos: Fumagalli, Igor, Paulo Baier, Durval, Geday e Júnior Xuxa. Expulsões: Valnei e Dutra.
Escrito por Leonardo Guerreiro às 03h51
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AFLITOS - Mais um estrangeiro, agora um nigeriano O Náutico contratou um atleta negeriano, o seu segundo estrangeiro (o primeiro foi Daniel "Chucky" González, chileno). Nwoko é o seu nome. Lembro-me de um compatriota seu, outro nigeriano que atuou no Brasil, mais especificamente, no Vitória (BA), no início dos anos 80, no século passado. Era meio desajeitado, mas fazia muitos gols. Chamava-se Ricky. Vamos ter de considerar que o nível do futebol nigeriano melhorou muito de lá para cá, inclusive, com aquele país africano tendo aprontado algumas surpresas desagradáveis para nós brasileiros. Acho uma boa este tipo de aposta. Vai que o cara joga bola...não é mesmo? Só espero que a regularização não dure mais de dois meses, como foi o caso de Chucky. Escrito por Leonardo Guerreiro às 04h53
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4x1 - Santa Cruz mostra poder de reação e vira contra a Cabense No meio da semana, o Santa Cruz levou um susto, ao sofrer o primeiro gol da Cabense, no Arruda. Porém, o Tricolor mostrou muito poder de reação ao virar e bem a partida, tendo fechado o placar em 4x1. Isso com direito a dois gols do seu artilheiro Marcelo Ramos, que agora chegou aos 12 e se isolou na artilharia da competição. O resultado deixou a Cobra Coral viva no Segundo Turno e com um bom estímulo para o clássico deste domingo, em casa, contra o Náutico. É preciso destacar, logo de saída, que o time foi dirigido pelo assistente Nenê Bittencourt, já que o técnico, o seu irmão, Márcio, esteve internado com uma suspeita de dengue. O primeiro tempo foi uma chuva de oportunidades perdidas. Aos 23 minutos, Coringa fez a jogada e tocou para Cléber, que, de fora da área, acertou o canto da meta defendida por André Zuba, fazendo 1x0. No segundo tempo o Santa Cruz retornou com Roger armando as jogadas na vaga antes ocupada por Wagner. Aos sete minutos, numa cobrança de falta, Sandro deixou para Alexandre Oliveira, que estreava, e este chutou rasteiro e forte, com a bola batendo no pé da trave esquerda antes de entrar: 1x1. A partir daí o jogo voltou a ficar aberto. Aos 27, Bittencourt arriscou ao colocar Pedro Henrique na vaga de Adilson. Aos 33, Márcio Barros chutou forte e fez o gol da virada. Já aos 39, num lançamento de Pedro Henrique, da direita, o atacante Marcelo Ramos pegou de primeira para fazer 3x1. Aos 46 minutos, o mesmo Marcelo Ramos fez mais um, aproveitando um rebote do goleiro Íbson: 4x1. FICHA SANTA CRUZ: André Zuba; Parral, Sandro (Memo), Leandro Camilo e Adílson (Pedro Henrique); Bilica, Wagner (Roger), Alexandre Oliveira e Leandro Gobatto; Márcio Barros e Marcelo Ramos. Técnico: Nenê Bittencourt (interino). CABENSE: Íbson; Novito (Gildo), Léo Gama, Ívson e Aílton; Evanílson, Cléber, Fabinho Vitória e Márcio Machado (Fabiano); Coringa (Léo Batista) e Eduardo. Técnico: Rogério Zimmermann. Local: Arruda, no Recife. Árbitro: Gleydson Leite. Assistentes: Pedro Wanderley e Ricardo Menezes. Gols: Cléber, aos 23 do 1°; Alexandre Olivera, aos 7 do 2°; Márcio, aos 33; e Marcelo Ramos, aos 39 e 46 do 2°. Cartões amarelos: Leandro Gobatto. Renda: R$ 17.125. Público: 8.804.
Escrito por Leonardo Guerreiro às 04h41
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CHORADEIRA - As infundadas reclamações alvirrubras em Caruaru Lembram das reclamações da diretoria do Náutico, após a derrota (3x2) para o Central? Achei muitíssimo exageradas. Mesmo porque no lance questionado - um suposto pênalti cometido pelo atleta do Central, que teria colocado a mão na bola dentro da área - o árbitro Cláudio Mercante acertou. Foi um ato involuntário. Não houve, nitidamente, a intenção de impedir ou desviar a passagem da bola. O jogador estava caindo no gramado e apenas se apoiava quando aconteceu o toque. Outra: a expulsão de Gladstone foi corretíssima, pois ele foi claramente no corpo do Buiú. Não entendi igualmente o motivo de toda aquela confusão com a PM após a exclusão do jogador alvirrubro. Alegaram uma agressão, algo que, sinceramente, também não vi. O que se viu realmente foi muito descontrole emocional. A grande verdade é que o Náutico não jogou de forma equilibrada. Após um bom primeiro tempo, em que agrediu o tempo inteiro, não conseguiu render o esperado na fase final. Por isso, por duas vezes, não soube administrar a vantagem no placar. Deu no que deu: uma virada patativa. O Central venceu a partida, mas talvez o resultado mais justo tivesse sido mesmo um empate. O problema é tentar achar "justiça" em se tratando de futebol. Tenham certeza de que é artigo raro. Escrito por Leonardo Guerreiro às 04h12
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